segunda-feira, 16 de abril de 2012

PENSAMENTO EM BUSCA


 “A multiplicação dos pães (Marcos 6, 30-44) poderia ser chamada de a parábola da confiança. Uma confiança mútua entre Jesus e a multidão que o segue. Não por que Jesus actue de forma espectacular, de modo a deixar inibidos aqueles que o escutam, mas sim pela proximidade e cuidado que demonstra por cada ser humano.”
(Da Carta em Busca – Páscoa 2012)

 grão de mostarda

domingo, 15 de abril de 2012

ESCUTAR O AMOR


“Num mundo em que nos desconcerta o incompreensível sofrimento dos inocentes (...) o olhar dos inocentes interroga-nos: Como poderei partilhar uma esperança com quem perdeu até o desejo de a descobrir?” (irmão Roger)

 grão de mostarda

sexta-feira, 13 de abril de 2012

AO ENTARDECER


Pedro, que estava com outros discípulos junto ao lago Tiberíades, disse: “Vou pescar” E os outros também foram, tendo passado a noite sem apanhar nada. Quando regressavam, na margem Jesus perguntou-lhes: “Tendes algum peixe?”, ao que eles responderam negativamente. Então, Jesus, que eles não haviam reconhecido, propôs-lhes: “Deitem as redes para a direita da barca...” E logo que assim fizeram, tiveram dificuldades em puxar as redes, tanto era o peixe que nelas vinha. Então, um dos discípulos disse: “É o Senhor”. E logo Pedro se adiantou, seguidos dos outros. Ao chegarem, Jesus já tinha peixes nas brasas e pão. E disse-lhes: “Rapazes vamos almoçar”. Mas nenhum deles se atrevia a perguntar quem era... (ver João 21, 1-14)

“Jesus morreu e fracassou à vista de todos (...) Por vezes, pensamos que teria sido de uma eficácia mais contundente se se tivesse realizado uma aparição solene e gloriosa de Jesus na esplanada do Templo, perante o povo e, sobretudo, diante dos sumos sacerdotes e as restantes autoridades (...).
Mas os caminhos de Deus não são os caminhos dos homens. (...) A ressurreição é sempre, para nós, um problema carregado de perguntas, de obscuridades e de insegurança.
O encontro com o Ressuscitado realiza-se, como neste relato, numa situação humana, um pequeno-almoço, um almoço, um jantar. Quando em Jesus se torna mais presente a divindade, então foi quando se o presenciou mais humano, mais entranhável, mais próximo de nós.”



AO ENTARDECER… espaço de busca no final do dia, a partir de pequenos comentários do teólogo espanhol José María Castillo – http://blogs.periodistadigital.com/teologia-sin-censura.php –, sobre as propostas de Jesus. Extractos retirados do seu livro “La religión de Jesús – Comentarios al evangelio diario”, editado pela Desclée De Brouwer (Bilbao), 2011.

PENSAMENTO EM BUSCA


 Jesus está vivo na alegria de um coração desprendido.
  
 grão de mostarda

AO ENTARDECER

Dia 12 de Abril de 2012

Os dois discípulos vindos de Emaús, ao chegarem a Jerusalém, contaram aos companheiros o que lhes havia acontecido: que haviam reconhecido Jesus, ao partir o pão. E enquanto contavam isto, Jesus fez-se aparecer e disse: “A paz esteja convosco... Olhem para as minhas mãos e para os meus pés. Sou eu mesmo... E vocês são testemunhas destas coisas.” (ver Lucas 24, 35-48)

“Os relatos das aparições querem destacar a identidade entre o Crucificado e o Ressuscitado (...). Por isso, o Ressuscitado mostra, como sinais da sua identidade, as suas mãos e os seus pés (...). O importante aqui está em que os sinais de identidade do Ressuscitado são todos os sinais de identidade humana: mãos, pés, carne, ossos, comer...
Portanto, o que foi exaltado na Glória, não continua apenas a ser identificado com o humano, mas é precisamente no humano onde ele pode ser identificado (...) ”



AO ENTARDECER… espaço de busca no final do dia, a partir de pequenos comentários do teólogo espanhol José María Castillo – http://blogs.periodistadigital.com/teologia-sin-censura.php –, sobre as propostas de Jesus. Extractos retirados do seu livro “La religión de Jesús – Comentarios al evangelio diario”, editado pela Desclée De Brouwer (Bilbao), 2011.