sexta-feira, 6 de março de 2015

PEENSAMENTO EM BUSCA



Na última refeição que fez com as suas amigas e os seus amigos, Jesus colocou uma toalha à cintura e começou a levar-lhes os pés… (ver João 13, 4-5)
 “Lavar os pés” é desconstruir o superficial, sempre procedente de ímpetos… Só uma vigilância contínua e silenciosa leva a amadurecer os desejos; e, pouco a pouco, o vazio vai-se transfigurando em fidelidade ao essencial: a busca do amor total.
André Louf recorda-nos: “Nada revela melhor um ser que a sua capacidade de amar.” (*)
(*) “Ao ritmo do Absoluto”, Editorial AO, Braga, 1999. André Louf foi monge cisterciense (1929-2010)


grão de mostarda

quinta-feira, 5 de março de 2015

PENSAMENTO EM BUSCA



Na última refeição que fez com as suas amigas e os seus amigos, Jesus colocou uma toalha à cintura e começou a levar-lhes os pés… (ver João 13, 4-5)
Em todas as circunstâncias, Jesus revelou um amor humanizador e discreto. Rejeitando qualquer “atitude heróica”, e sem nunca fazer acepção de pessoas, acolheu sempre cada mulher e cada homem na sua total vulnerabilidade, no seu sofrimento ou na sua mais profunda inquietude.
André Louf recorda-nos: “(…) não há dúvida de que o amor nos levará a dedicar-nos àqueles que dele mais verdadeiramente precisam. Todo o Evangelho está aí para dizê-lo.”(*)
(*) “Ao ritmo do Absoluto”, Editorial AO, Braga, 1999. André Louf foi monge cisterciense (1929-2010)


grão de mostarda

quarta-feira, 4 de março de 2015

PENSAMENTO EM BUSCA



Na última refeição que fez com as suas amigas e os seus amigos, Jesus colocou uma toalha à cintura e começou a levar-lhes os pés… (ver João 13, 4-5)
Não são fogos-de-artifício ou picos emocionais que nos conduzirão a assumir “lavar os pés”. A decisão nasce de uma experiência interior que permanentemente consentimos ao nosso coração fazer: a busca do amor total. Só assim nos descobriremos servos uns dos outros, condição vital para cultivar experiências de fraternidade… 
André Louf recorda-nos: “Só depois de um processo de amadurecimento, que pode durar anos – às vezes até toda a vida – é que nós chegamos a libertar gradualmente todo o amor que se encerra no nosso coração. (…) É uma pesada missão, impossível de concretizar enquanto andamos unicamente ao sabor da nossa generosidade.”
(*) “Ao ritmo do Absoluto”, Editorial AO, Braga, 1999. André Louf foi monge cisterciense (1929-2010)


grão de mostarda

terça-feira, 3 de março de 2015

PENSAMENTO EM BUSCA



Na última refeição que fez com as suas amigas e os seus amigos, Jesus colocou uma toalha à cintura e começou a levar-lhes os pés… (ver João 13, 4-5)
Um percurso relacional, seja ele qual for, convoca-nos a uma proximidade, a uma fraternidade efectiva. “Lavar os pés” exige identificarmo-nos com os seres humanos que a Vida coloca diante de nós e comungar os seus sentimentos. De contrário nunca nos reconheceremos com o amor total…
André Louf recorda-nos: “Pede-se-nos mais facilmente que amemos um povo, uma classe, uma boa causa, a própria Igreja, antes do que uma pessoa que encontramos (…). Se eu me preocupo demasiado rapidamente com o serviço a prestar ao outro, estou a omitir uma etapa importante da amizade. Talvez mesmo uma etapa essencial.”
(*) “Ao ritmo do Absoluto”, Editorial AO, Braga, 1999. André Louf foi monge cisterciense (1929-2010)


grão de mostarda

segunda-feira, 2 de março de 2015

PENSAMENTO EM BUSCA



Na última refeição que fez com as suas amigas e os seus amigos, Jesus colocou uma toalha à cintura e começou a levar-lhes os pés… (ver João 13, 4-5)
É o reconhecimento das minhas próprias fragilidades, das minhas indigências que me conduzirá ao amor total. Lavar os pés é assumir que os meus também estão sujos, porque todas e todos calcorreamos os mesmos percursos de egoísmos e solidões, todas e todos pisamos a mesma terra de desafectos e de buscas incompreendidas…
André Louf recorda-nos: “O amor abre-me ao outro, ensina-me a escutar, torna-se receptivo. Neste sentido, o amor não pode nunca dissociar-se da verdadeira humildade.” (*)
(*) “Ao ritmo do Absoluto”, Editorial AO,Braga, 1999. André Louf foi monge cisterciense (1929-2010)


grão de mostarda