domingo, 19 de abril de 2015

ESCUTAR O AMOR



“Conscientes dos perigos e dos sofrimentos que pesam sobre a humanidade e sobre o planeta, não gostaríamos de nos deixar tomar pelo medo e pela resignação...” (*)

Caríssimas e caríssimos, 

O jornal PÚBLICO de hoje alterou a reflexão do ESCUTAR O AMOR preparada para partilhar convosco. 

A notícia, além de identificar uma das mais agressivas e ignóbeis faces do desrespeito pelos Direitos Humanos que na Europa democrática se está a infiltrar em todas as instituições, incluindo públicas, constitui também um grito de coragem por parte de quem, sendo humilhada, não teme colocar a sua subsistência em risco, denunciando o menosprezo a que foi sujeita.(http://www.publico.pt/sociedade/noticia/enfermeiras-obrigadas-a-espremer-mamaspara-provarem-que-estao-a-amamentar-1692832)

Alguém não se deixou “tomar pelo medo e pela resignação”, alguém reconheceu que o caminho individualista nunca conseguirá libertar a Humanidade. E abrir caminhos de confiança não é uma aventura sem futuro: nos desertos da desconfiança humana é possível reconstruir relações de genuína solidariedade… Deixemos os nossos corações aprender que “todos os dias somos chamados a refazer o caminho que vai da inquietude à confiança” (*). 




(*) Irmão Aloïs, “Rumo a uma nova solidariedade” in Carta de Taizé, 2012. 


grão de mostarda

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