Jesus ia a caminho
Jerusalém, acompanhado dos discípulos. E, tomando à parte os doze, disse:
“Olhai, estamos a subir para Jerusalém, e este homem será entregue aos
sumos-sacerdotes e aos letrados que o condenaram à morte...”. Entretanto,
aproximaram-se dele Tiago e João que lhe disseram: “Mestre que nos concedas
sentarmo-nos na tua glória: um à direita e outro à esquerda...” E Jesus
respondeu-lhes: “Sabeis que aqueles que são reconhecidos como chefes dos povos
os tiranizam e que os grandes os oprimem. Que entre vós nada disto aconteça: o
que quer ser grande, que seja vosso servidor, e aquele que deseja ser o
primeiro, que se torne escravo de todos...”. (ver Marcos 10, 32-45)
“ (...) Tal como ia decorrendo a sua vida, Jesus estava consciente de que a sua vida terminaria como, de facto, terminou. E o mais comovente é que Jesus não cedeu. E seguiu firme e diante de todos até ao final que o aguardava na capital [Jerusalém].
(...) Fica claro que a Igreja nascente já tinha conhecimento e experiência das aspirações por conseguir e exercer poder sobre os demais, que habitaram no coração dos discípulos de Jesus. (...) A primeira carta de Pedro fala desta tentação com dureza: ‘Dirijo-me aos responsáveis das vossas comunidades...: cuidai do rebanho de Deus que tendes a vosso cargo, olhai por ele, não por obrigação, mas de boa vontade, como Deus quer; não para ganhar dinheiro, mas generosamente; não tiranizando aqueles que vos foram confiados, mas como modelos do rebanho’ (1ª carta de Pedro 5, 1-3).”
“ (...) Tal como ia decorrendo a sua vida, Jesus estava consciente de que a sua vida terminaria como, de facto, terminou. E o mais comovente é que Jesus não cedeu. E seguiu firme e diante de todos até ao final que o aguardava na capital [Jerusalém].
(...) Fica claro que a Igreja nascente já tinha conhecimento e experiência das aspirações por conseguir e exercer poder sobre os demais, que habitaram no coração dos discípulos de Jesus. (...) A primeira carta de Pedro fala desta tentação com dureza: ‘Dirijo-me aos responsáveis das vossas comunidades...: cuidai do rebanho de Deus que tendes a vosso cargo, olhai por ele, não por obrigação, mas de boa vontade, como Deus quer; não para ganhar dinheiro, mas generosamente; não tiranizando aqueles que vos foram confiados, mas como modelos do rebanho’ (1ª carta de Pedro 5, 1-3).”
Ilustração: Giotto (sécs. XII/XIV), Entrada de Jesus em Jerusalém (Capela Scrovegni, Pádua, Itália).
AO ENTARDECER… espaço de busca no final do dia, a partir de pequenos comentários do teólogo espanhol José María Castillo – http://blogs.periodistadigital.com/teologia-sin-censura.php –, sobre as propostas de Jesus. Extractos retirados do seu livro “La religión de Jesús – Comentarios al evangelio diario”, editado pela Desclée De Brouwer (Bilbao), 2011.
grão de mostarda
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